23 abril, 2015

Resenha: O Doador de Memórias

TÍTULO: O Doador de Memórias
TÍTULO ORIGINAL: The Giver
VOLUME: Único
AUTOR(A): Lois Lowry
EDITORA: Arqueiro
PÁGINAS: 190
Minha Avaliação:



Em O doador de memórias, a premiada autora Lois Lowry constrói um mundo aparentemente ideal onde não existem dor, desigualdade, guerra nem qualquer tipo de conflito. Por outro lado, também não há amor, desejo ou alegria genuína. | Os habitantes de uma pequena comunidade, satisfeitos com a vida ordenada, pacata e estável que levam, conhecem apenas o presente o passado e todas as lembranças do antigo mundo lhes foram apagados da mente. | Um único indivíduo é encarregado de ser o guardião dessas memórias, com o objetivo de proteger o povo do sofrimento e, ao mesmo tempo, ter a sabedoria necessária para orientar os dirigentes da sociedade em momentos difíceis. | Aos 12 anos, idade em que toda criança é designada à profissão que irá seguir, Jonas recebe a honra de se tornar o próximo guardião. Ele é avisado de que precisará passar por um treinamento difícil, que exigirá coragem, disciplina e muita força, mas não faz ideia de que seu mundo nunca mais será o mesmo. | Orientado pelo velho Doador, Jonas descobre pouco a pouco o universo extraordinário que lhe fora roubado. Como uma névoa que vai se dissipando, a terrível realidade por trás daquela utopia começa a se revelar.


Hi guys!
Para falar a verdade eu fui com altas expectativas para este livro e elas não foram alcançadas. O que me fez comprar o livro e lê-lo na verdade foi o título e essa capa super chamativa. 

Eu ainda não assisti ao filme, mas dizem que ele é diferente do livro e pela primeira vez acho que isso pode ser um ponto positivo.

A história se passa em um mundo aparentemente ideal onde não há cor ou neve ou trens... e onde todas as escolhas de sua vida inteira são controladas por um comitê de anciãos, ou seja, eles escolhem sua profissão, quem será seu filho, quem será seu parceiro, etc.

Todas as pessoas passam por 12 cerimônias, uma a cada ano, que é como se fosse um aniversário, mas todas as outras pessoas que nasceram no mesmo ano que você comemoram seu "aniversário" no mesmo dia em uma cerimônia, seja ela de um, dois, três...  A cada cerimônia você recebe uma identificação ou responsabilidade, por exemplo: na cerimônia de 9 você recebe uma bicicleta que demonstra que você já tem capacidade e responsabilidade de ir e vir sozinho. Já na cerimônia de oito você recebe um casaco novo, que agora possui bolsos e a cerimônia de doze, que é considerada a mais importante de todas, você é designado à uma profissão e é considerado um adulto.

Jonas está prestes a se tornar um doze e é resignado à profissão de Recebedor de Memórias, um cargo de alta importância. No primeiro dia de seu ''estágio'', por assim dizer, Jonas conhece o Doador de Memórias que possui todas as memórias do passado (PS: nenhuma das outras pessoas conhece o passado, as cores ou qualquer outra coisa que não seja o seu mundo cinza, regrada e sem escolhas) e agora que está chegando a uma certa idade precisa passar suas memórias adiante. 

No ''estágio'' Jonas vai recebendo cada vez mais memórias e se frustrando cada vez mais com sua vida ''ideal'' e sem cor e a história vai se desenrolando a partir daí.

Eu nunca tinha lido uma utopia antes e fiquei um pouco frustrada com minha primeira experiência. Como falei antes minhas expectativas não foram suprimidas ou alcançadas, achei o livro muito sem graça :/ , mas não a ponto de ser uma história chata, por isso dei três estrelas a ele.






Um comentário:

  1. Ah, eu não gostei desse livro! Acabou tão repentinamente, e não tem uma grande trama.

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